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A população local foi ouvida? De que maneira? 

Desde o início do processo de licenciamento ambiental da UHE Estreito houve a participação efetiva da comunidade, para identificar dúvidas, anseios e expectativas dos moradores com relação ao empreendimento.

Foram realizadas reuniões com as comunidades, líderes e associações comunitárias para tratar da UHE Estreito. O Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) foi colocado à disposição da população e distribuído para as prefeituras dos municípios da área de abrangência da UHE Estreito.

Além disso, foram realizadas 10 audiências públicas em cinco municípios, cujas datas foram divulgadas antecipadamente em rádios e jornais locais. Foram montados postos ambulantes de informação, nas praias de vazantes no período do verão, para esclarecer dúvidas da população e apresentar os planos de construção da UHE Estreito. Foram criados 12 Comitês de Cogestão nos 12 municípios da área de abrangência da UHE Estreito, do qual fazem parte, além do CESTE, o IBAMA e representantes do Poder Público local e das comunidades.

A UHE Estreito criou, ainda, o Boletim Informativo Usina de Notícias, 04 Centros de Informação, localizados nas Cidades de Carolina e Estreito (MA), e Filadélfia e Babaçulândia (TO) – na atual fase de operação da Usina de Estreito estão em funcionamento os Centros de Informação de Estreito e Carolina -, site para atendimento virtual, sistema gratuito de telefonia – 0800 -, informes de rádio, releases para a imprensa, folheteria relacionada à Usina e aos programas ambientais associados. Com esses veículos de comunicação, a população tem acesso à informação e sana suas dúvidas.

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